Morrimento: O Homem como o centro do seu universo.

(Trabalho Unicid – Comunicação Social: Textualização da apresentação – Mídia Primária)

Estava escuro lá na Idade Média. Humanizamos, renascemos e finalmente iluminamos. O homem é o centro do universo, homem como espécie e universo como o todo. Está nublado aqui na Idade Contemporânea. Aprendemos, protestamos e finalmente conquistamos direitos. O homem é o centro do seu universo, homem como indivíduo, do individual, e universo como “isto aqui é meu, cheguei primeiro”.

Nossa apresentação abordou o tema Individualismo, procurou, através de uma seqüência de comportamentos, ilustrar nosso momento histórico, em que o desrespeitado também desrespeita em nome de seus, e apenas seus,  princípios, valores e desejos. Demonstrou o impacto de nossas atitudes no outro, sua ação, reação e conseqüências, que não começamos e terminamos em nós mesmos, somos o desdobramento de outro, e este outro é um desdobramento nosso.

No que diz respeito às relações humanas, este momento histórico caracteriza-se pela conjugação dos verbos na primeira, única e exclusiva primeira pessoa – eu quero, eu posso, eu tenho, eu preciso, eu sofro – a percepção do todo, do grupo e da sociedade, como organismo, está nublada, portanto nossa visão exclusiva em nós mesmos pode trazer uma miopia social, em que o outro será um ser distante, completamente fora de foco. Caracteriza-se ainda pelas facilidades de acesso ao consumo material (cartões de crédito, empréstimos, etc) ou intelectual (internet, televisão, rádio, etc), que dispensam o contato humano e nos dão a ilusão de super poderes, assim, seremos heróis solitários que defendem a si mesmos.

Desta vez não será a religião católica que apagará as luzes das relações humanas da nossa época, será a religião do indivíduo, criada exclusivamente para seus desejos, assim como aquela outra. Porém, cada ser humano possui o seu próprio interruptor e sabe como aciona-lo, isso já foi aprendido e faz parte do senso comum. Os verbos deverão ser conjugados em todas as pessoas e as facilidades deverão ser utilizadas para o bem do todo. Assim, humanizaremos, renascemos e finalmente iluminaremos. O ser humano como ser humano.

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Sobre Alê Almeida

Alessandra Felix de Almeida
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