Fez que ia mas não foi (PIC)

Oi Gente,

O estudo abaixo era para Iniciação Científica da UNICID, que não aconteceu, não sei se por praga de madrinha ou sorte minha. Até rimou ;o)

Beijo, abraço e aperto de mão.

Alê

* * *

Introdução

Este estudo, através da ferramenta Economia Criativa, pesquisará e analisará os processos de gestão de uma escola de samba do Grupo 2.

Para fundamento deste estudo foram realizadas pesquisas de dados secundários relativos a estatísticas do público gerador dessa manifestação cultural, histórico das Escolas de Samba e conceitos quanto à Economia Criativa. Serão realizados os cruzamentos desses dados com objetivo de traçar hipóteses quanto à efetiva utilização da ferramenta.

Tá legal
Tá legal, eu aceito o argumento
Mas não me altere o samba tanto assim
Olha que a rapaziada está sentindo a falta
De um cavaco, de um pandeiro ou de um tamborim
Sem preconceito ou mania de passado
Sem querer ficar do lado de quem não quer navegar
Faça como um velho marinheiro
Que durante o nevoeiro
Leva o barco devagar[1]

 * * *

Da Economia Criativa

O Ministério da Cultura trata a Economia Criativa como Economia da Cultura, por entender que o primeiro é mais amplo, pois agrega outros setores como ciência e tecnologia e o segundo delimitaria o campo aos setores regidos por patente e propriedade intelectual, o termo não daria conta do conjunto da economia da cultura no Brasil. Sendo um ou outro, o Ministério traz em uma de suas características o forte vínculo ao desenvolvimento social, seja pelo seu potencial altamente inclusivo, seja pelo desenvolvimento humano[2].

A Economia da Cultura, segundo o Ministério, abrangeria todos os setores que envolvem criação artística ou intelectual, individual ou coletiva, assim como os produtos e serviços ligados à fruição e à difusão de cultura (museus, patrimônio histórico, salas de espetáculo, turismo cultural etc.). Considera ainda como destaques desse setor a Música (produtos e espetáculos), o Audiovisual (em especial conteúdo de TV, animação, conteúdo de Internet e jogos eletrônicos) e as Festas e expressões populares (onde se destacam o Carnaval, o São João, a capoeira e o artesanato).

A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), define-a como fomentadora de crescimento econômico, criadora de empregos, ganhos de exportação, promovedora de inclusão social, diversidade cultural e o desenvolvimento humano[3].

O trabalho do Itaú Cultural, acerca desse tema, aborda-a como uma estratégia de desenvolvimento, tendo como princípio o reconhecimento da criatividade e do capital intelectual humano, que promoverá a integração de objetivos sociais, culturais e econômicos[4].

Essas definições coincidem nos fatores de inclusão social e geração de recursos financeiros, através do capital intelectual e cultural, portanto o agente fomentador é o ser humano e suas respectivas influências sociais, culturais, ambientais, etc. Assim, como uma Escola de Samba, foco de nosso estudo, se inseriria nessas definições, como os seus integrantes humanos entendem essa expressão cultural?

* * * 

Da origem das Escolas de Samba

Os negros vindos à força para o Brasil sob o sistema escravocrata, além de sua força física e função braçal, trouxeram também suas referências culturais e religiosas.

As escolas de samba nasceram como associações voluntárias e de caráter integrativo, tendo o seu surgimento motivado pela necessidade social do grupo negro de manter algum tipo de identidade, essa manifestação era uma forma de reviver seu ambiente de origem em situação de cativeiro, situação esta que impossibilitava o desenvolvimento espontâneo de uma comunidade, com evolução social própria, valores legítimos baseados em organização familiar, política e principalmente com ideologias positivas de sua própria característica racial. (RODRIGUES, 1984, p. 19 e 20).

Essa manifestação, inicialmente proibida pelos senhores de escravos, passou a ser estimulada em função da observação de seus resultados, pois perceberam que após as festas o escravo tinha mais disposição para o trabalho e a ocasião das festas propiciava o aumento das relações sexuais, portanto o aumento de seu “patrimônio”.

Com o fim da escravidão, os negros do Rio de Janeiro foram para os morros onde reuniam os familiares, dançavam e compunham modinhas que dariam origem ao Samba. Essas reuniões transformaram-se em desfiles, denominados ranchos de reis, estes tinham a finalidade de recordar as festividades culturais, homenagear amigos e parentes, sem trajetos ou horários determinados. As primeiras Escolas de Samba fundamentaram-se naqueles desfiles, utilizando como diferencial o estilo do Samba.

O grupo, representado pela escola, escolhe o Samba, aprende-o, repete-o durante muito tempo, inventa como que um bailado para acompanhar sua execução, e então desenham-se fantasias, vestidos de marquesas, calções de seda, coroas reais, cabeleireiras empoadas até o dia do desfile. (RODRIGUES, 1984, p. 29 e 32).

A partir da década de 50 inicia-se o processo de branqueamento da manifestação cultural negra. A população branca dominante passa a integrar o universo dos sambistas, afirmando que:

O elemento negro não é, por direito, responsável pela criação e pelo controle dessas formas de associações lúdico-espontâneas que são as escolas de samba[5].

O elemento Carnavalesco[6] passa a integrar a sociedade das Escolas de Samba. Elas passam a ser programadas passo a passo por pessoas estranhas à sua realidade social e identidade cultural, ficando para os negros, fontes dessa cultura, o trabalho braçal, aquele utilizado no regime escravocrata. A Escola de Samba torna-se um produto que atende às necessidades e valores da etnia dominante.

* * *

 

Das estatísticas socioculturais e socioeconômicas da população negra no Brasil

Distribuição percentual da população, segundo sexo e cor/raça. Brasil, 2007

Entre 1993 e 2007, a proporção de negros aumentou de 45,1% para 49,8%, enquanto a de brancos, inversamente, passou de 54,2% para 49,4%. No grupo masculino, percebe-se a existência de uma curva ascendente da proporção de negros, que, desde 2005, colocou este grupo como majoritário entre os homens (51,1%, contra 48,1%, entre os brancos). Entre as mulheres, a mesma tendência é verificada, mas as negras ainda não representam a maioria entre a população feminina, ainda que este movimento tenha se tornado mais expressivo nos últimos três anos (48,5%, frente a 50,6% para a população branca).[7]

Média de anos de estudo da população ocupada com 16 anos ou mais de idade, segundo sexo e cor/raça. Brasil, 1996 e 2007

O sistema de ensino é marcado por desigualdades que incidem sobre o acesso e a permanência dos alunos/as negros/as. Este elemento é bastante significativo, uma vez que a escolarização é indicada como necessária à constituição de melhores oportunidades sociais futuras.[8]

Distribuição dos domicílios que recebem Bolsa Família, segundo cor/raça do chefe. Brasil, 2006

Um dos traços mais marcantes é que a grande maioria dos domicílios que recebem benefícios assistenciais é chefiada por negros(as). São dados que não representam surpresa, pois os indicadores de pobreza e desigualdade, quando desagregados por cor/raça, mostram que os negros são grande maioria entre os mais pobres, estão nas posições mais precárias do mercado de trabalho e possuem os menores índices de educação formal.[9]

Taxa de desemprego da população de 16 anos ou mais de idade, segundo sexo e cor/raça. Brasil, 2007

 

Os dados de taxa de participação revelam, ainda, uma característica perversa: apesar de entrarem mais cedo no mercado de trabalho, os negros do sexo masculino também estão sobre-representados entre os mais velhos que permanecem ocupados. Isto é, os negros trabalham durante mais tempo ao longo da vida. Esta característica pode ser explicada pelas formas mais precárias de inserção vividas por esse segmento da população, o que faz com que não tenham garantia de proteção social na velhice, impedindo uma parcela maior de trabalhadores negros de terem acesso à aposentadoria.

A inserção precária pode ser percebida pelos dados de posição na ocupação, que são reveladores dos diferenciais de gênero e de raça presentes na sociedade brasileira. Apesar de ter havido um aumento na proporção de trabalhadores com carteira assinada, que pode ser percebido em todos os grupos, as mulheres seguem mais representadas no trabalho doméstico, na produção para próprio consumo e no trabalho não remunerado, enquanto os homens ocupam mais postos com carteira de trabalho assinada e de empregador. Se compararmos homens brancos e homens negros, estes enfrentam mais a situação do trabalho sem carteira que os brancos (23,4% contra 16,3%).

A taxa de desocupação – que mensura a proporção de pessoas desempregadas à procura efetiva de emprego – é um indicador que também revela as desigualdades de gênero e as de raça e a forma como se interseccionam. As mulheres e os negros apresentam os maiores níveis de desemprego, sendo as mulheres negras as que se encontram em situação mais precarizada: estas apresentaram uma taxa de desemprego de 12,4% em 2007, comparada a 9,4% para as mulheres brancas, 6,7% para os homens negros e 5,5% para os homens brancos.[10]

Distribuição de domicílios urbanos em favelas, segundo sexo e cor/raça do chefe. Brasil, 2007

Ao se observarem as características raciais dos chefes dos domicílios, pode-se encontrar que, enquanto apenas 3% daqueles chefiados por brancos encontram-se em situação de adensamento excessivo, no caso dos chefes negros, a proporção é mais do que o dobro: 7%. No caso das desigualdades de gênero, é possível perceber que domicílios densamente habitados são mais comuns em famílias chefiadas por homens (5,1%) do que por mulheres (4,5%). Nesse caso, é possível fazer uma ligação com o tipo de chefia característica de cada um dos sexos, uma vez que as famílias chefiadas por homens tendem a ser mais numerosas, o que as torna mais propensas ao adensamento excessivo.[11]

Renda média da população, segundo sexo e cor/raça. Brasil, 2007

Como conseqüência das desigualdades educacionais, da segregação de mulheres e negros em postos de trabalho de menor qualidade e do próprio fenômeno social da discriminação, os rendimentos de homens e de brancos tendem a ser mais elevados do que o de mulheres e negros. Com efeito, em 2007, enquanto as mulheres brancas ganhavam, em média, 62,3% do que ganhavam homens brancos, as mulheres negras ganhavam 67% do que recebiam os homens do mesmo grupo racial e apenas 34% do rendimento médio de homens brancos.[12]

Análise das Médias para o índice percentual de conhecimento de situações de bullying[13] por agrupamento de atores escolares
De acordo com o conhecimento de todos os agrupamentos de atores da pesquisa, as principais vítimas de bullying na escola são as pessoas negras, os pobres, homossexuais, mulheres e idosos. Nota-se que o conhecimento dessas situações é maior entre os alunos da escola e menor entre os pais, especialmente no bullying em relação a negros[14]

Análise das Médias para o índice percentual de conhecimento de situações de bullying por modalidade de ensino (Alunos)
Os respondentes do ensino fundamental regular apresentam maior conhecimento de tais situações para todos os grupos sociais pesquisados. As principais diferenças foram observadas para o bullying em relação a pessoas negras.[15] 

Análise das Médias para o índice percentual de concordância com frases que expressam atitudes preconceituosas por grau de acesso aos meios de informação (Alunos)
Para todas as áreas temáticas, quanto maior o nível de acesso a meios de informação dos respondentes, menor a média para os valores do índice de concordância com as frases que expressam atitudes preconceituosas entre os alunos pesquisados. As maiores diferenças são observadas para as áreas temáticas de gênero (8 pontos percentuais entre os níveis mais alto e mais baixo de acesso aos meios de informação), deficiência, étnico racial e geracional (6 pontos percentuais de diferença entre os extremos para o nível de acesso aos meios de informação).[16] 

A análise da influência das características dos alunos revela que as variáveis de acesso a meios de informação, de gênero e de cor / etnia dos alunos são os que estão mais relacionados às variações na atitude preconceituosa dos alunos. No tocante à cor / etnia dos alunos, nota-se que, enquanto aqueles que se percebem pretos, mulatos, pardos, cafusos, caboclos e índios apresentam menores valores para os índices de preconceito do que os brancos, os respondentes orientais ou de cor amarela apresentam valores maiores que os brancos. Os respondentes orientais apresentam valores maiores especialmente para os preconceitos de natureza territorial (6,2% a mais do que os respondentes brancos), socioeconômico (5,2%) e étnico racial (4,1%). Enquanto os respondentes pretos apresentam menores valores para os preconceitos de natureza geracional (4,6% a menos do que os respondentes de cor branca), socioeconômica (4,1%) e étnico racial (3,6%).[17]

Das hipóteses

De acordo com Max Weber, a primeira maneira de Ação Social, pode ser classificada racional em relação a fins, neste caso a classificação se baseia na expectativa de que objetos em condição exterior ou outros indivíduos humanos comportar-se-ão de uma dada maneira e pelo uso de tais expectativas como “condições” ou “meios” para atingir com sucesso os fins racionalmente escolhidos pelo indivíduo[18].

O capital da Economia Criativa está na capacidade intelectual do indivíduo, a partir de suas referências cultuais, este capital utilizado de forma criativa, proporcionaria inclusão social e sua consequente geração de recursos financeiros. Assim, as expectativas dos fins dessa ação seriam as referências culturais transformadas em produtos rentáveis e inclusivos e o meio seria o ser humano. Basta saber quem é esse indivíduo e qual é a sua cultura.

A expressão cultural Escola de Samba tem como agente fomentador o negro, porém em uma sociedade em que o branco é o dominante, quais seriam as expectativas efetivas, qual seria a real cultura e como o meio é identificado?

Weber entende dominação como a oportunidade de ter um comando de um dado conteúdo específico, obedecido por um dado grupo de pessoas. Por “disciplina” entender-se-á a oportunidade de obter-se obediência imediata e automática de uma forma previsível de um dado grupo de pessoas, por causa de sua orientação prática ao comando[19].

O comando atual está nas mãos dos espaços midiáticos que tem apresentado as grandes Escolas de Samba como mais uma fonte de entretenimento, com horário marcado e enredos pré-determinados por atores não negros, descaracterizando assim o fundamento da existência da expressão. Por parte das pequenas escolas, como a “Nome da Escola de Samba”, sentir-se-iam estimuladas pela mídia a obedecer automaticamente a este formato fabricado de manifestação cultural? Saberiam elas se defender dessa dominação em nome de sua cultura?

O princípio da criação das Escolas de Samba estava no caráter integrativo, tendo sido motivado pela auto-identificação da população negra, porém hoje, onde de fato querem se integrar e qual é a fonte identificadora? Teriam ainda um formato de cativeiro? O estímulo por parte da classe dominante nessa manifestação cultural seria ainda hoje o aumento de seu patrimônio? As fantasias de nobres vestidas pelos integrantes seria ainda uma forma de se integrar a uma cultura que não lhes pertence?

A população negra no Brasil representa 49,8%, porém é a que fica menos tempo na escola, é a que mais necessita de benefícios assistenciais, é a que mais trabalha sem carteira assinada, portanto sem amparo social e direitos trabalhistas, apresenta os maiores níveis de desemprego, é a que mais vive em favelas, é a que tem menor poder aquisitivo e é a que mais enfrenta situações de preconceito. De acordo com esses dados onde ficaria a cultura, capital da Economia Criativa? Teria o negro, componente de uma Escola de Samba, a consciência de seu patrimônio intelectual como ferramenta de inclusão social?

Por que as grandes Escolas de Samba, que já foram pequenas, permitem atores distantes de sua realidade cultural para determinar o formato de seus enredos? Como a “Nome da Escola de Samba” modificaria essa tendência?

O objetivo deste estudo será o de identificar a conscientização da cultura negra nos integrantes da Escola, pois entendo que a ausência dessa consciência faça com que a Economia Criativa seja apenas um formato de Economia, gerando uma sociedade dentro de outra sociedade com dominante e dominado.

Para a identificação da Economia Criativa, serão analisados:

1.        Entendimento, por parte dos integrantes, dos fundamentos da Escola.

2.        Estímulo à educação.

3.        Percepção do negro como integrante efetivo da sociedade brasileira.

4.        Aproveitamento e treinamento do talento individual dentro da comunidade.

5.        Reconhecimento e preservação do patrimônio e identidade cultural.

6.        Utilização de incentivos públicos à cultura (Lei Rouanet, por exemplo).

7.        Conscientização da propriedade intelectual.

8.        Valoração da diversidade X hegemonia.

9.        Utilização de mídia radical e tecnologias.


[1] VIOLA, Paulinho da. Argumento.

[2] http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/01/economia-da-cultura-um-setor-estrategico-para-o-pais/

[3] REIS, Ana Carla Fonseca. Economia Criativa: como estratégia de desenvolvimento: uma visão dos países em desenvolvimento. Itaú Cultural. São Paulo, 2008. p.58  (por Edna dos Santos-Duisenberg).

[4] REIS, Ana Carla Fonseca. Economia Criativa: como estratégia de desenvolvimento: uma visão dos países em desenvolvimento. Itaú Cultural. São Paulo, 2008. p.27.

[5] RODRIGUES, Ana Maria. Samba Negro, espoliação branca. Ed. Hucitec – São Paulo. 1984. p. 40.

[6] Indivíduo que pensa no enredo, desenha figurinos, fantasias, alegorias, indica tecidos, etc. RODRIGUES, Ana Maria. Samba Negro, espoliação branca. Ed. Hucitec – São Paulo. 1984. p. 43.

[7] Retrato da Desigualdades. Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – 3ª Edição – 2008. Pg. 14 e 15. http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/081216_retrato_3_edicao.pdf

[8] Retrato da Desigualdades. Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – 3ª Edição – 2008. Pg. 18 e 19. http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/081216_retrato_3_edicao.pdf

[9] Retrato da Desigualdades. Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – 3ª Edição – 2008. Pg. 22 e 23. http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/081216_retrato_3_edicao.pdf

[10] Retrato da Desigualdades. Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – 3ª Edição – 2008. Pg. 24 e 25. http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/081216_retrato_3_edicao.pdf

[11] Retrato da Desigualdades. Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – 3ª Edição – 2008. Pg. 28 e 29. http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/081216_retrato_3_edicao.pdf

[12] Retrato da Desigualdades. Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – 3ª Edição – 2008. Pg. 32 e 33. http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/081216_retrato_3_edicao.pdf

[13] O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima. Fonte: http://www.bullying.com.br/BConceituacao21.htm

[14] MAZZON, José Afonso. Projeto de Estudo sobre Ações Discriminatórias no Âmbito Escolar, Organizadas de Acordo com Áreas Temáticas a saber: Étnico Racial, Gênero, Orientação Sexual, Geracional, Territorial, de Necessidade Especiais e Socioeconômica. Ministério da Educação – MEC. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP. FIPE. Junho/2009. p. 45 e 46.

[15] MAZZON, José Afonso. Projeto de Estudo sobre Ações Discriminatórias no Âmbito Escolar, Organizadas de Acordo com Áreas Temáticas a saber: Étnico Racial, Gênero, Orientação Sexual, Geracional, Territorial, de Necessidade Especiais e Socioeconômica. Ministério da Educação – MEC. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP. FIPE. Junho/2009. p. 50.

[16] MAZZON, José Afonso. Projeto de Estudo sobre Ações Discriminatórias no Âmbito Escolar, Organizadas de Acordo com Áreas Temáticas a saber: Étnico Racial, Gênero, Orientação Sexual, Geracional, Territorial, de Necessidade Especiais e Socioeconômica. Ministério da Educação – MEC. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP. FIPE. Junho/2009. p. 64.

[17] MAZZON, José Afonso. Projeto de Estudo sobre Ações Discriminatórias no Âmbito Escolar, Organizadas de Acordo com Áreas Temáticas a saber: Étnico Racial, Gênero, Orientação Sexual, Geracional, Territorial, de Necessidade Especiais e Socioeconômica. Ministério da Educação – MEC. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP. FIPE. Junho/2009. p. 80 e 81.

[18] WEBER, Max. Conceitos Básicos de Sociologia. Editora Moraes Ltda., 1987, p.41.

[19] WEBER, Max. Conceitos Básicos de Sociologia. Editora Moraes Ltda., 1987, p.107.

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Sobre Alê Almeida

Alessandra Felix de Almeida
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