Os Ratos, de Dyonélio Machado

Oi Gente, tudo bem?

O texto abaixo é referente ao trabalho temático do livro “Os Ratos” de Dyonélio Machado [aqui tinha um link para o livro, mas foi removido pelo WordPress, pois houve uma denúncia de plágio… acho que eles não sabem o que é plágio… FdP].

A nota máxima era 2,0 e eu tirei 1,2. Não entendi quase nada do que o professor(a) anotou, a única coisa legível é quanto à parte em que falei sobre o autor, acho que não era para falar, enfim ;o). É uma pena, porque eu não saberei onde errei, assim, não terei como melhorar o próximo.

Beijo, abraço e aperto de mão.
Alê

* * * 

FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO

Alessandra Felix de Almeida 

OS RATOS
Trabalho Temático produzido para o Curso de Graduação em Sociologia e Política

 São Paulo, 2010

 * * *

Nome de numerosas espécies de mamíferos roedores, distribuídas em várias famílias, que ocorrem em quase todo o mundo. Diz-se de quem faz pequenos furtos domésticos. Nocivos pelos estragos que causam e pelos germes patogênicos de que são portadores. Muito esperto, vivo. Espécies caseiras, cosmopolitas, vivem nas proximidades das habitações humanas, geralmente no interior de galerias subterrâneas bastante profundas. Finório, manhoso, sagaz, petimetre, sabichão. Constituem sério perigo à saúde pública, pois tais espécies são portadoras do bacilo da peste bubônica, que pode passar para o organismo do homem, quando este é picado pelas pulgas próprias dos Ratos (MICHAELIS-UOL, 2010).

Os Ratos de Dyonélio Machado (1895-1985), um gaúcho que ainda menino perdera o pai assassinado, vendeu bilhetes de loteria para ajudar no sustento da família, deu aulas particulares em troca de bolsa de estudos, um dos fundadores da Associação Rio-Grandense de Imprensa, colaborou com os jornais e fundou o “Tribuna Gaúcha”. Foi um membro dedicado do Partido Comunista Brasileiro. Participou da fundação da Aliança Nacional Libertadora, por este motivo ficou preso por dois anos. Foi deputado estadual e líder de sua bancada na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. Fez medicina e especializou-se em psiquiatria, defendeu a tese de doutorado referente à definição biológica do crime, o tema abordava dois pólos de interesse do autor: a questão médica e a social. Foi um médico humanitário, gratuitamente atendia a todos que o procuravam. Casou-se, teve filhos. Um grande homem – o que é coisa rara, disse Décio Freitas, o Lobo Solitário, como definiu Érico Veríssimo. (ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, e AVENTURAS NA HISTÓRIA, 2010)

A obra nasceu de um pesadelo relatado a Dyonélio por sua mãe, foi escrito em vinte noites de um quente dezembro, publicado em 1935, tornou-se uma importante obra da segunda geração do Modernismo (Romance de 30: obras de ficção produzidas no Brasil a partir de 1928), neste estilo estão presentes temas do cotidiano (urbanos), linguagem com humor, liberdade no uso de palavras e textos diretos, ambiguidade e destruição dos nexos. O livro foi contemplado com o prêmio “Machado de Assis” da Companhia Editora Nacional de São Paulo, o autor tinha 40 anos e estava preso. (DELFOS – ESPAÇO DE DOCUMENTAÇÃO E MEMÓRIA CULTURAL, 2010)

No Brasil acontecia o processo revolucionário com o fim da República Velha, do domínio das velhas oligarquias ligadas ao café e o início do longo período em que Vargas permaneceu no poder. Na eleição de 1930 disputaram Getúlio Vargas (por Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba) e Júlio Prestes (pelos demais Estados da Federação). O resultado da eleição foi favorável a Júlio Prestes, porém entre a eleição e a posse, deu-se a Revolução de 30 (3 de outubro), levando Getúlio Vargas a um governo provisório apoiado pela burguesia industrial. Em 1932 crescem as forças de esquerda, formando em 1934 uma frente única: a ANL – Aliança Nacional Libertadora, os dois pólos chocam-se frequentemente, assim, em 1935 o governo federal fecha a ANL por “atividade subversiva de ordem política e social” (COLA DA WEB, 2010). Assim, esta conjuntura de transformação política e social, dava espaço para uma literatura de denúncia social retratando a realidade brasileira.

Todos esquadrinham, tentam sínteses, procuram explicações. Com o recuo no tempo, vemos agora que se tratava de definir a nossa cultura à luz de uma avaliação nova dos seus fatores. […] O decênio mais importante é o seguinte, de 1930. Na maré montante da Revolução de Outubro, que encerra a fermentação antioligárquica já referida, a literatura e o pensamento se aparelham numa grande arrancada. […] A humanidade particular dos protagonistas domina os fatores do enredo: meio social, paisagem, problema político. Mas, ao mesmo tempo, tal delimitação determina o importantíssimo caráter do movimento dessa fase do romance, que aparece como instrumento de pesquisa humana e social, no centro de um dos maiores sopros de radicalismo da nossa história. (CANDIDO, 2010: 130, 131)

Vinte e oito capítulos narram uma realidade urbana de maneira simples, direta, rápida, coloquial. Cada um deles deixa uma reticência de suspense para o próximo, em um romance social que aborda a relação do dinheiro com a dinâmica da vida social e das relações humanas, neste sentido é possível perceber as influências do autor quanto ao seu ofício de psiquiatra, sua carreira jornalística e posição política. Os aspectos psicológicos são encontrados nos pensamentos do protagonista que se confundem com a realidade, o estilo jornalístico é apresentado na redação direta e explícita do texto e o posicionamento político retrata a crítica ao capitalismo que proporcionaria à vida do indivíduo apenas a busca pela sobrevivência. 

* * * 

Os Ratos apresenta um protagonista, um valor, uma mercadoria e personagens que interagem e relacionam-se entre eles. Com alguma dificuldade poderíamos encontrar nesta obra aspectos das relações coisificadas pelo capitalismo de Marx, o protagonista tem como mediadora de suas relações sociais uma mercadoria e movimenta-se socialmente em busca dela, toda a trama é movimentada pela mercadoria, por coisas, nesse processo de busca o protagonista não tem escolha, desumaniza-se, distancia-se de si mesmo, “determinada relação social entre os próprios homens que para eles aqui assume a forma fantasmagórica de uma relação entre coisas” (MARX, 1985: 71). Encontramos ainda, a força exterior que influencia nossa conduta, segundo o pensamento de Durkheim, o protagonista busca uma solução para uma situação que ele demonstra não dar importância, porém essa situação está lá, a espera de uma atitude já pré-definida, “quando desempenho minha tarefa de irmão, de marido ou de cidadão, quando executo os compromissos que assumi, eu cumpro deveres que estão definidos, fora de mim e de meus atos” (DURKHEIM, 1978: 87, 88). Até os aspectos do pensamento do meu novo companheiro Weber estão em Os Ratos, quanto às condutas humanas e o que esperamos delas, “a relação social é o sentido das ações sociais a ela associadas […] Cada indivíduo, ao envolver-se em quaisquer relações sociais, toma por referência certas expectativas que possui da ação do outro aos quais sua conduta se refere. (BARBOSA e QUINTANEIRO, 2003: 108).

Mas esta é uma obra de literatura e ela é mágica, pois com muita dificuldade conceituamos com segurança, damos nome e sobrenome aos conceitos descritos. A literatura vem e transforma tudo em uma história que diz a mesma coisa pensada pelos mestres mencionados, porém diz ao pé do ouvido, olhando nos olhos do leitor, é direta, pois cada um pegará a parte que lhe cabe, assim como defende o generoso Antonio Candido quanto ao direito à literatura, porque “ela [a literatura] não corrompe nem edifica, portanto; mas trazendo livremente em si o que chamamos o bem e o que chamamos o mal, humaniza em sentido profundo, porque faz viver”. (CANDIDO, 2004: 176). 

* * * 

Em um único dia o leite ameaça, a esposa desespera, o trabalho passa, a vida é pequena, o sol é relógio, a miséria é experiência, amigo é rota, a esperança é penhora, sono é ilusão, dinheiro é o meio, a angústia é rato.

Lhe dou mais um dia! Imperou o leiteiro a Naziazeno.

“Me diz uma coisa: o que é que se perdeu não comendo manteiga? E o gelo? Quanta bobice inútil e dispendiosa. Outros na nossa situação já teriam suspendido o leite mesmo”. Teria ele agora que sair em busca de bobices que ele não pediu. Tem uma preguiça doentia. Adelaide, a esposa, choraminga “Pobre do meu filho”, Naziazeno se defende “o nosso filho não haveria de morrer por tão pouco. Eu não morri”.

São cinquenta e três mil-réis. Pedirá um novo empréstimo ao seu diretor, ainda faltam alguns trocados pendentes do último pedido em razão dos remédios do filho doente. Espera, desanima. Mente? Não sabe. Cria coragem. “O relógio da Prefeitura marca oitos horas”. A todo momento sobrepõe aos pensamentos de Naziazeno a figura superior do leiteiro e as palavras de cobrança da mulher. Monta planos mentais, recorreria a amigos, está indeciso, com medo, incerto. “A sua idéia era sempre outra pessoa para resolver a situação que ele não criou, como isso o humilhava! Qualquer daqueles seus amigos, com menos cabeça do que ele, mexia-se. Ele se limitava a recorrer a um ou outro. Havia muitos homens que arranjam um biscate depois que largam o serviço, disse Adelaide certa vez, ‘Por que não consegues um pra ti?’. Mas onde estão os negócios? Onde estão? Ele nunca via nada, era a aptidão que lhe faltava. Depois, a coisa estava ruim pra todos”.

 “Não me encarregue de pagar as suas contas: já tenho as minhas”, esbravejou o diretor. Quereria fugir, não quereria encontrar ninguém, não voltaria para casa nem para o trabalho. O Sol mostra que meio dia já se foi. Ainda não almoçou. Pede dinheiro emprestado para almoçar, são cinco mil-réis. Enche o estomago oco ou tenta a sorte no jogo? Imagina a multiplicação do dinheiro “vê a sua entrada em casa, à noite, fatigado e feliz, a boca sorrindo pra a cara muito branca e muito triste da pobre da sua mulher”. Tudo resolvido em num segundo. Ganha cento e setenta e cinco mil-réis, perde tudo. “Deve ser tarde, está lutando já há muitas horas. O dia continuou…O dia não parou…”. Naziazeno quer pedir um favor ao dono do armazém, assinar um vale, conta-lhe as dificuldades, é urgente. É impossível, finaliza o homem. A rua está deserta, as casas estão fechadas, poucos automóveis. Alguns agiotas suspenderam os empréstimos, outros apenas o negam. Silêncio. Sente fome. Amigos lhe ajudam, têm um plano, resgatar um anel penhorado de um deles. A loja está fechada. Vão, voltam, param, resgatam, calam-se, negociam. Conseguem o dinheiro.

São nove horas da noite. Naziazeno entra em casa com o dinheiro, manteiga, queijo, brinquedo para o filho e com os sapatos da mulher que estavam no conserto. Sente sono, quer dormir cedo para entregar o dinheiro pessoalmente ao leiteiro. “Adelaide acabara de pôr a panela do leite na ponta da mesa. Ao lado da panela, Naziazeno pusera o dinheiro para o leiteiro. Está preocupado. Deveria por algum peso sobre as notas? – Tu achas necessário? Não há vento aqui dentro. – Não, não é preciso. Naziazeno não consegue abandonar a cozinha”, passou-lhe o sono. Vai para a cama, recorda toda a saga daquele dia. Tem necessidade de um sono longo. “Serão onze horas? Meia noite?”. O calor aumenta, não consegue dormir, olha satisfeito para o dinheiro. Será que dormiu, está dormindo? Ouve um chiado fino, desespera-se, são os ratos. A casa está cheia de ratos. “Os ratos vão roer – já roeram! – todo o dinheiro!”. Vai levantar. Mas onde achar forças? Está com sono. Mas é preciso reagir. O barulho sumiu. Cessou também o roer. Está amanhecendo. Está exausto. Não sabe que horas são. Um baque do portão. Um breve silêncio. Depois, ele ouve que lhe despejam festivamente o leite. O jorro é forte, certamente vem de muito alto. Escapam passos leves pelo pátio. E ele dorme.” 

* * * 

Esses ratos de Os Ratos são aqueles que estão em quase todo o mundo, têm grandes pequenas atitudes para sobreviver. São nocivos, permitem apenas que sejamos o que nos foi ensinado e por vezes impedem que sejamos ou façamos o que queremos. Encontramos meios espertos e vivos para as circunstâncias que se formam, sejam no ambiente doméstico ou urbano, através destes meios podemos adquirir, de maneira pejorativamente, características finórias, manhosas, sagazes ou petimetres. São um perigo à saúde humana, porque desumanizam o indivíduo. Eles assombram Naziazeno que meio dormindo, meio acordado, perturbado pelo delírio ou sonho de estarem eles roendo sua luta, sua solução, seu dinheiro, sua vida. 

Podemos mesmo chegar a dizer que o que quer que os sonhos ofereçam, seu material é retirado da realidade e da vida intelectual que gira em torno dessa realidade. Quaisquer que sejam os estranhos resultados que atinjam, eles nunca podem de fato libertar-se do mundo real; e tanto suas estruturas mais sublimes como também as mais ridículas devem sempre tomar de empréstimo seu material básico, seja do que ocorreu perante nossos olhos no mundo dos sentidos, seja do que já encontrou lugar em algum ponto do curso de nossos pensamentos de vigília – em outras palavras, do que já experimentamos, externa ou internamente. (FREUD, 2010:14) 

Dyonélio (provavelmente como todo artista) coloca em sua obra o que foi, o que aprendeu, o que desejou. Conheceu a perda dolorida, a pobreza, a luta, a mente humana e conversou com ela, assim como conversa com o leitor de seu livro, cujo protagonista, talvez não seja um lobo, mas é solitário, é ainda a personificação da angústia, e talvez por esse motivo não seja um grande homem. Essa angústia dialoga com a origem e desenvolvimento da obra, é possível perceber o pesadelo relatado, a velocidade em que o livro foi escrito, a conjuntura histórica e cultural em que “todos esquadrinham, tentam sínteses, procuram explicações” e nestas explicações em conjunto com o estilo literário da época, Dyonélio encontra o símbolo do rato, coroa o título com ele, desenvolve a trama e encerra o drama, apresentando a intensa e humana luta diária como algo frágil, angustiante e roível.

Daqui de 2010 vejo as ações e reações de Naziazeno se liquidificarem, são tão intensas (ainda que mentalmente) em um momento e no seguinte simplesmente não existem.

A vida líquida é uma vida precária, vivida em condições de incerteza constante. As preocupações mais intensas e obstinadas que assombram esse tipo de vida são os temores de ser pego tirando uma soneca, não conseguir acompanhar a rapidez dos eventos, ficar para trás, deixar passar as datas de vencimento, ficar sobrecarregado de bens agora indesejáveis, perder o momento que pede mudança e mudar de rumo antes de tomar um caminho sem volta. A vida líquida é uma sucessão de reinícios, e precisamente por isso é que os finais rápidos e indolores, sem os quais reiniciar seria inimaginável, tendem a ser os momentos mais desafiadores e as dores de cabeça mais inquietantes.
[…] Talvez uma forma mais adequada de narrar essa vida seja contar a história de sucessivos finais.
[…] A necessidade aqui é de correr com todas as forças para permanecer no mesmo lugar, longe da lata de lixo que constitui o destino dos retardatários. (BAUMAN, 2005: 8, 9, 10)

Naziazeno não é um coitado, nem um vagabundo, muito menos um herói, é um homem perdido entre o querer e o dever de sua época, em sua vida, em que a vontade é roída e a vida é líquida.

* * *

Referências

Bibliográficas:

BARBOSA, Maria Ligia de Oliveira, QUINTANEIRO, Tania. “Max Weber”. In: Quintaneiro, Tania (org). Um toque de clássicos. 2ª edição. Belo Horizonte: UFMG, 2003 p. 108.

BAUMAN, Zygmunt. Vida Líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2005. p. 08, 09, 10.

CANDIDO, Antonio. “Literatura e Cultura de 1900 a 1945”. In: Cândido, Antonio (org.). Literatura e Sociedade. 11ª ed. São Paulo: Ouro sobre Azul, 2010. p. 130, 131.

_________________. “Direito à Literatura”. In: Cândido, Antonio (org.). Vários Escritos. 4ª ed. São Paulo: Duas Cidades, 2004. p. 176.

DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. São Paulo: Abril Cultural, col. Os pensadores, 1978. p. 87, 88

FREUD, Sigmund. A interpretação dos Sonhos. 1ª ed. São Paulo: Folha de São Paulo, 2010. p. 14.

MARX, Karl. O capital. São Paulo: Nova Cultural, col. Os economistas, 1985. p. 71.

Eletrônicas:

DICIONÁRIO MICHAELIS.
Finório: Diz-se do indivíduo astucioso, manhoso, sagaz; Petimetre: Janota ridículo; peralta, peralvilho. Pedante, pretensioso.
Disponível em http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=rato. Acesso em 29/11/2010.

DELFOS – ESPAÇO DE DOCUMENTAÇÃO E MEMÓRIA CULTURAL.
Dyonélio Machado.
Disponível em http://www.pucrs.br/delfos/?p=machado. Acesso em 29/11/2010.

AVENTURAS NA HISTÓRIA.
O grande Décio Freitas.
Disponível em http://historia.abril.com.br/gente/grandedecio-freitas-433657.shtml. Acesso em 29/11/2010.
Décio Freitas, nascido em 1922, em Encantado, interior do Rio Grande do Sul, formou-se em direito, uma das únicas alternativas para o exercício das Humanidades em sua geração, e desenvolveu uma intensa vida de jornalista e pesquisador da história brasileira. Foi filiado ao Partido Comunista quando jovem, no calor da Segunda Guerra, mas saiu dele para permanecer numa zona política de esquerda, ora próximo ao trabalhismo, ora ao socialismo, mantendo porém sempre alertas os sentidos críticos. Por suas relações políticas, andou perto do poder, especialmente nos anos imediatamente anteriores ao golpe de 64, agora quarentão.
No governo de Jango, presidiu a importante Fundação Brasil Central, quando privou com Darcy Ribeiro e outras grandes figuras. Foi cassado nas primeiras levas, passando a morar no Uruguai.

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
76ª Sessão Ordinária, realizada em 30 de agosto de 1995.
Disponível em http://www.al.rs.gov.br/anais/49/plenario/1995/950830.htm. Acesso em 29/11/2010.

COLA DA WEB.
Modernismo.
Disponível em http://www.coladaweb.com/literatura/modernismo. Acesso em
29/11/2010.

ALGO SOBRE.
Modernismo – 2ª Momento.
Disponível em http://www.algosobre.com.br/literatura/modernismo-2-momento.html. Acesso em 29/11/2010.

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