Isso é legal, isso é legal, isso é muito legal.

Oi Gente,

No portal ODM – Acompanhamento Municipal dos Objetivos do Milênio(http://www.portalodm.com.br/) há o serviço “Sistemas de Indicadores Municipais On-Line”, alguns resultados são antigos, mas vale a pena para consulta. Eu achei super-hiper-tri-legal. Adoro indíces gratuitos \o/

 Abaixo seguem os dados de São Paulo.

Beijo, abraço e aperto de mão.

P.S. No site do PNUD (http://www.pnud.org.br/odm/) tem os objetivos do “Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”, parecem meio impossíveis, mas deixa o coração mais quente. 

 * * *

 

PERFIL MUNICIPAL

São Paulo – SP
Data de instalação Ano de 1554
População – Censo 2010 11.244.369 habitantes
Crescimento Anual da População- 2000-2010 0,75%
Natalidade 2009 174.021 nascidos vivos
Urbanização 2010 98.94%
Índice de Desenvolvimento Humano – IDH 0,841
Área 1523 km² 

Proporção de pessoas abaixo da linha da pobreza e indigência – 2000 

Neste município, de 1991 a 2000, houve aumento da pobreza em 51,0%; para alcançar a meta de redução de 50%, deve ter, em 2015, no máximo 4,0%.
O aumento necessário na renda para as pessoas ultrapassarem a linha da pobreza era de 51,2% em 2000, o que representou aumento de 11,0% em relação a 1991.
Estão abaixo da linha da pobreza as pessoas cuja soma da renda familiar dividido pelo número de integrantes da família seja menor que 1/2 salário mínimo. No caso da indigência, este valor será inferior a 1/4 de salário mínimo.
No Estado, a proporção de pessoas com renda familiar per capita de até meio salário mínimo (abaixo da linha da pobreza nacional) passou de 20,0%, em 1991, para 14,5% em 2008. (Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil)

Percentual da renda apropriada pelos 20% mais pobres e 20% mais ricos da população – 2000

A participação dos 20% mais pobres da população na renda passou de 3,0%, em 1991, para 2,0%, em 2000, aumentando ainda mais os níveis de desigualdade.
Em 2000, a participação dos 20% mais ricos era de 65,9% , ou 33 vezes superior à dos 20% mais pobres.
(Fonte: IBGE – Censo Demográfico 2000)

Proporção de crianças menores de 2 anos desnutridas – 1999-2009

Fonte: SIAB – DATASUS

Em 2009, o número de crianças pesadas pelo Programa Saúde Familiar era de 938.580; destas, 0,5% estavam desnutridas.
No Estado, em 2007, 28,3% das crianças de 0 a 6 anos de idade viviam em famílias com rendimento per capita de até 1/2 salário mínimo.
Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF 2008), 21,0% das famílias pesquisadas informaram que a quantidade de alimentos consumidos no domicílio às vezes não era suficiente, enquanto que 6,7% afirmaram que normalmente a quantidade de alimentos não era suficiente.

 

 

Taxa de frequência e conclusão no ensino fundamental – 1991-2000

No município, em 2000, 19,1% das crianças de 7 a 14 anos não estavam
cursando o ensino fundamental.
A taxa de conclusão, entre jovens de 15 a 17 anos, era de 61,5%.
Caso queiramos que em futuro próximo não haja mais analfabetos, é preciso garantir que todos os jovens cursem o ensino fundamental.
O percentual de alfabetização na faixa etária de 15 a 24 anos, em 2000, era de 98,4%.
No Estado, em 2008, a taxa de frequência líquida no ensino fundamental era de 96,6%. No ensino médio, este valor cai para 69,2%.
(Fonte: Ministério da Educação – INEP)

Distorção idade-série no ensino fundamental e médio – 2008

Ensino Fundamental Ensino Médio 4,2% 13,4%
A distorção idade-série eleva-se à medida que se avança nos níveis de ensino. Entre alunos do ensino fundamental, 4,2% estão com idade superior à
recomendada chegando a 13,4% de defasagem entre os que alcançam o ensino médio.

Fonte: Ministério da Educação – INEP

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) – 2007/2009

O IDEB é um índice que combina o rendimento escolar às notas do exame
Prova Brasil, aplicado a crianças da 4ª e 8ª séries, podendo variar de 0 a 10.
Este município está na 1.807.ª posição, entre os 5.564 do Brasil, quando avaliados os alunos da 4.ª série , e na 2.115.ª, no caso dos alunos da 8.ª série.
O IDEB nacional, em 2009, foi de 4,4 para os anos iniciais do ensino fundamental em escolas públicas e de 3,7 para os anos finais. Nas escolas particulares, as notas médias foram, respectivamente, 6,4 e 5,9.
Fonte: Ministério da Educação – IDEB

 

Razão meninas/meninos no ensino fundamental e médio – 2006

A razão entre meninas e meninos no ensino fundamental, em 2006, indicava que, para cada 100 meninas, havia 104 meninos.
No ensino médio, esta razão passa a 106 para cada 100 meninos.
A razão entre mulheres e homens alfabetizados na faixa etária de 15 a 24 anos era de 100,7% em 2000.
Sempre que o percentual deste indicador for superior a 100%, significa que existe maior número de mulheres para cada 100 homens.
Fonte: Ministério da Educação – INEP

 
Percentual do rendimento feminino em relação ao masculino segundo ocupação formal e escolarização – 2009

Com relação à inserção no mercado de trabalho, havia menor representação
das mulheres.
A participação da mulher no mercado de trabalho formal era de 45,2% em 2008.
O percentual do rendimento feminino em relação ao masculino era de 81,7%
em 2008, independentemente da escolaridade.
Entre os de nível superior o percentual passa para 58,4%.
Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego – RAIS 2008

 

Taxa de mortalidade de menores de 5 anos de idade a cada mil nascidos vivos – 1995-2009

Fonte: Ministério da Saúde – DATASUS

O número de óbitos de crianças menores de um ano no município, de 1995 a 2009, foi 48.490.
O número de óbitos de crianças de até um ano informados no Estado representa 97,2% dos casos estimados para o local no ano de 2006.
Esse valor sugere que pode ter um baixo índice de subnotificação de óbitos no município.
Entre 1997 e 2006, no Estado, a taxa de mortalidade de menores de 1 ano corrigida para as áreas de baixos índices de registro reduziu de 21,6 para 13,4 a
cada mil nascidos vivos, o que representa um decréscimo de 38,0% em relação a 1997.

Percentual de crianças menores de 1 ano com vacinação em dia – 2000-2009

Uma das ações importantes para a redução da mortalidade
infantil é a prevenção através de imunização contra doenças
infecto-contagiosas.
Em 2009, 97,1% das crianças menores de 1 ano estavam com
a carteira de vacinação em dia.
Fonte: Ministério da Saúde – DATASUS

Taxa de mortalidade materna (a cada 100 mil nascidos vivos) – 1997-2009

Fonte: Ministério da Saúde – DATASUS

O número de óbitos no município, de 1997 a 2009, foi 1.262.
A taxa de mortalidade materna máxima recomendada pela Organização Panamericana de Saúde – OPAS é de 20 casos a cada 100 mil nascidos vivos.
No Brasil, em 2006, esse número foi de 55,1; mas devido a subnotificações estaria próximo de 77,2 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos, segundo a estimativa da Rede Interagencial de Informações para a Saúde – RIPSA.
Óbito materno é aquele decorrente de complicações na gestação, geradas pelo aborto, parto ou puerpério (até 42 dias após o parto).
É importante que cada município tenha seu Comitê de Mortalidade Materna, inclusive ajudando no preenchimento da declaração de óbito, para evitar as subnotificações e melhorar o entendimento das principais causas das mortes.

Percentual de crianças nascidas vivas por número de consultas pré-natais – 2009

O Ministério da Saúde recomenda, no mínimo, seis consultas pré-natais durante a gravidez.
Quanto maior o número de consultas pré-natais, maior a garantia de uma gestação e parto seguros, prevenindo, assim, a saúde da mãe e do bebê.
A proporção de gestantes sem acompanhamento pré-natal, em 2009, neste município, foi de 1,3%.
As gestantes com 7 ou mais consultas foram 73,4%.
Em 2009, no Município, 99,6% dos nascidos vivos tiveram seus partos assistidos por profissionais qualificados de saúde.
A previsão, em 2006, era de que 100,2% dos nascidos vivos estimados para o Estado fossem registrados nos sistemas de controle de nascidos vivos.
Fonte: Ministério da Saúde – DATASUS

 *** O percentual de mães com idades inferiores a 20 anos é preocupante. Na maioria dos casos, as meninas passam a enfrentar problemas e a assumir responsabilidades para as quais não estão preparadas, com graves consequências para elas mesmas e para a sociedade ***

Número de casos de AIDS registrado por ano de diagnóstico, segundo gênero – 1990-2007

Fonte: Ministério da Saúde – DATASUS

O Município teve 78.058 casos de AIDS diagnosticados até 2007.
No Estado, a taxa de incidência era de 20,2 de casos e a mortalidade, 7,5 a cada 100 mil habitantes.
A proporção de mulheres infectadas foi de 36,3%, enquanto entre jovens de 15 a 24 anos foi de 3,2%.

Número de casos de doenças transmissíveis por mosquitos – 1996-2008

Fonte: Ministério da Saúde – DATASUS

Algumas doenças são transmitidas por insetos, chamados vetores, como espécies que transmitem malária, febre amarela, leishmaniose, dengue, dentre outras doenças.
No município, entre 2001 e 2008, houve 13.694 casos de doenças transmitidas por mosquitos, dentre os quais 507 casos confirmados de malária, 6 casos confirmados de febre amarela, 387 casos confirmados de leishmaniose, 12.794 notificações de dengue.
A taxa de mortalidade (a cada 100 mil habitantes) associada às doenças transmitidas por mosquitos no Estado, em 2007, foi de 0,1.
O Brasil inclui-se entre os países com alto número de casos de hanseníase no mundo. A hanseníase, é uma doença infecciosa, causada por uma bactéria, que afeta a pele e nervos periféricos.
No Estado, em 2006, a prevalência de hanseníase era de 0,0 a cada 10 mil habitantes.

Ocorrências impactantes observadas com frequência no meio ambiente nos últimos 24 meses – 2008

Fonte: IBGE – Perfil Municipal – 2008

O município declara ter apresentado ocorrências impactantes observadas com freqüência no meio ambiente nos últimos 24 meses, com alteração ambiental que tenha afetado as condições de vida da população.
O município possui Conselho Municipal de Meio Ambiente, criado no ano de 1993. Conselho paritio. Houve reuniões nos últimos 12 meses.
O município contou com recursos específicos para a área ambiental nos últimos 12 meses. Possui Fundo Municipal de Meio Ambiente.
O município realiza licenciamento ambiental de impacto local.

Percentual de moradores urbanos com acesso a água e esgoto sanitário adequado – 1991-2000

Neste Município, 98,3% dos moradores tinham acesso à rede de água geral com canalização
em pelo menos um cômodo do domicílio em 2000.
Da população rural, que em 2000 representava 0% do Município, 82,9% têm acesso à rede de
água.
O percentual de moradores que, em 2000, viviam em domicílios com formas de esgotamento consideradas adequadas é de 90,9% na zona urbana e 70,2% na zona rural.
No Estado, em 2008, o percentual de moradores urbanos com acesso à rede geral de
abastecimento, com canalização em pelo menos um cômodo, era de 96,4%.
Com acesso à rede de esgoto adequada (rede geral ou fossa séptica) eram 94,0%.
Fonte: IBGE – Censo Demográfico – 1991 e 2000

Proporção de domicílios sem regularização fundiária por situação urbana e rural – 1991/2000

Como instrumento de planejamento territorial este município disp de Plano Diretor.
O município declarou, em 2008, existirem loteamentos irregulares e tamb favelas,
mocambos, palafitas ou assemelhados.
Neste município, existe processo de regularização fundiária e urbanizao de assentamentos.
Existe legislação municipal específica que dispõe sobre regularização fundiária e com plano
ou programa específico de regularização fundiária.
Neste Município, em 2000, haviam 868.659 moradores vivendo em aglomerados subnormais (favelas e similares).
Fonte: IBGE – Censo Demográfico – 2000

Percentual de escolas do ensino fundamental e médio com acesso a internet – 2005

No Município, em 2005, o percentual de escolas do Ensino Fundamental com
laboratórios de informática era de 98,9%; com computadores 80,0% e com acesso à internet 96,1%.
As escolas do Ensino Médio com laboratórios de informática era de 99,1%; com computadores 90,4% e com acesso à internet 97,3%.
Fonte: Ministério da Educação – INEP

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Sobre Alê Almeida

Alessandra Felix de Almeida
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