A Virtù e a Fortuna na Geração de 1870: um retrato crítico do pensamento liberal brasileiro segundo a visão de Machado de Assis


Adriana Bibini[1]

Alessandra Felix de Almeida[2]

 

Resumo: O referido trabalho busca avaliar o tema da Geração de 1870, geração esta que se destacou por ser um movimento intelectual responsável pela produção de obras literárias que procuraram interpretar o Brasil. Para fazer alusão à época o grupo optou por examinar o conto Teoria do Medalhão do autor Machado de Assis, onde este, a partir de uma mescla de política, sociedade e letras busca revelar criticamente o pensamento e a conduta da referida geração.

 

Palavras Chaves: Sociedade Brasileira. Geração de 1870. Elite liberal. Virtù e Fortuna. Teoria do Medalhão.

 

1. Introdução

Em Teoria do Medalhão, conto de Machado de Assis (1881), é iluminada a questão da Geração de 1870, onde a crise do Império imprime uma singular interação social. O movimento intelectual formado pela “nova geração” – membros da sociedade brasileira -, ansiava por uma mudança na formação social do país, seus valores, práticas e modus operandi.  Esta geração mostrava seu descontentamento diante da posição marginalizada que certos grupos sociais ocupavam no âmbito político, estes, impostos pela ordem imperial. A intenção da geração, em resposta a tal situação social, era edificar um novo sistema “filosófico” que auxiliasse na composição de uma “luta” contra o status quo imperial, uma crítica à resignação da tradição do Império.

Neste sentido, podemos identificar este novo sistema filosófico como um fator social que poderia ter servido de base para a elaboração do referido conto, sendo assim, tomamos os ensinamentos de Antonio Candido (2010) com a intenção de investigar quais condições sociais que determinaram o objetivo da obra, compreendendo e indicando o seu sentido social e assim, penetrar em seu significado (CANDIDO, 2010, p. 15). Tomamos a literatura como um produto social, utilizá-la para uma reflexão política e cultural de determinada época justifica-se em seu próprio entendimento, ou seja, a obra é constituída por “fatos eminentemente associativos; obras e atitudes que exprimem certas relações dos homens entre si e que tomadas em conjunto, representam uma socialização dos seus impulsos íntimos” (CANDIDO, 2010, p. 147). Para que haja literatura e a sua respectiva comunicação social, é necessário um compartilhamento de experiências e impressões da realidade vivida, “um sistema de valores que enforme a sua produção e dê sentido à sua atividade” (CANDIDO, 2010, p. 147).

Consideramos, no entanto, que penetrar no significado de uma obra apresenta-se como uma tarefa de um profissional da crítica literária e não nos sentimos aptos para esta função, de todo modo, por considerarmos Machado de Assis um dos maiores escritores brasileiros, que soube retratar sua época – relacionando política, cultura, seus atores e seus nuances psicológicos – nos fornecendo um quadro crítico da sociedade, nos arriscaremos a tomar seu conto como referência de investigação da época narrada e de seus atores, segundo a ótica machadiana.

2. Geração de 70 e o Medalhão

A atividade do Medalhão não pode ser compreendida por um ofício braçal ou intelectual, mas sim social, do qual o pagamento é o reconhecimento do indivíduo na sociedade. Deste ofício compõem-se a atividade de estar sempre bem informado, parecer culto, frequentar festas e locais que se fique exposto ao público. A intenção não é a produção intelectual nem monetária, mas sim, estruturar uma condição privilegiada diante da sociedade. Este privilégio poderia ser vivenciado por Janjão que completara 21 anos em 1875, na época da Geração de 70.

Este período foi considerado como um “surto de ideias novas”. Silvio Romero destaca que até 1868 não tínhamos visto uma oposição à atuação da Igreja Católica, bem como a filosofia espiritualista, eclética e católica. As instituições monárquicas também não encontravam uma classe do povo capaz de enfrentá-las. Tudo estava à sombra do manto do príncipe e tudo passa a ser colocado em discussão, as eleições, as instituições policiais, a magistratura e os problemas econômicos. Nesse sentido, o Partido Liberal e o Partido Republicano iniciam suas ações voltadas à defesa da democracia (PAIM; BARRETO, 1989, p. 117).

A mobilização intelectual da Geração de 70 era composta por diversos grupos, como os liberais republicanos, novos liberais, positivistas abolicionistas, federalistas positivistas do Rio Grande do Sul e federalistas científicos de São Paulo, estes, que seriam os intelectuais, reproduziam por meio de texto e contexto histórico, ideias importadas adicionadas a uma criação de pensamento e filosofia nacionais. A intenção em importar ideias não se refere a introduzi-las no Brasil, mas buscar, com estas, equiparar situações sociais, políticas e econômicas considerando que poderíamos ter uma referência para conceber a nossa filosofia nacional. Os intelectuais da referida Geração, não tinham a intenção de efetuar uma produção teórica universal, mas sim de interpretação do Brasil. A maior parte dos temas abordados por estes são os problemas enfrentados pela sociedade brasileira imperial no período de sua da crise de 1870, mais veemente sobre o problema da organização política e o regime de trabalho.

3. Parecer ser para ser

No conto Teoria do Medalhão, publicado em 1881, Machado de Assis nos fornece a sua interpretação do que seria a conduta ideal para se alcançar um bom ofício, sendo este, o ofício de Medalhão, definido usualmente como “aquele que ostenta muitas condecorações; indivíduo sem valor real nem talento nem originalidade, cuja importância ou fama provém da habilidade em imitar ou aproveitar o que já encontra feito” (MICHAELIS, 2013).

O argumento principal desenvolvido por Machado de Assis (1881) no referido conto é a ausência do desenvolvimento de ideias próprias da sociedade da época.  Roberto Schwarz (2008) nos auxilia nesta reflexão em “Ao vencedor as batatas”, quando nos apresenta a expressão da literatura, em que seus autores criticam os comportamentos da elite brasileira. Segundo Schwarz (2008) cada autor ao seu modo, refletia sobre a hipocrisia da tentativa de aplicação das ideias liberais europeias à realidade brasileira, visto que haveria uma disparidade entre teoria e prática, gerando uma “comédia ideológica”, este caráter cômico pode ser percebido na narrativa “exagerada” de Machado de Assis (1881), as abstrações burguesas tanto utilizadas na sociedade, quanto expressadas em a “Teoria do Medalhão” de nada valiam efetivamente diante da conjuntura da época, visto que “éramos um país agrário e independente, dividido em latifúndios, cuja produção dependia do trabalho escravo por um lado e por outro do mercado externo” (SCHWARZ, 2008, p. 12-13), no entanto devemos levar em consideração que o raciocínio está no universo do abstrato e a concretude de nossa realidade tornava a sua inter-relação descompassada, daí a caricatura do Medalhão narrada por Assis (1881), a ideologia liberal passa a fundar-se em aparências, esvaziando assim o seu próprio sentido. Aqui Schwarz (2008) questiona a correspondência dessa aparência, segundo o autor “nada melhor, para dar lustre às pessoas e à sociedade que formam, do que as ideias mais ilustres do tempo, no caso as europeias”, essas ideias seriam “da ordem do relevo social, em detrimento de sua intenção cognitiva e de sistema” (SCHWARZ, 2000, p. 18).

O conto narra o diálogo entre um pai e seu filho quando este, em 1875, atinge a maioridade ao completar vinte e um anos. Este ano nos aponta uma crítica à “Geração de 70”, esta geração posicionava-se contra o Império e aqui devemos ressaltar a posição monarquista de Machado de Assis, neste sentido, sua crítica se justifica. Os representantes desta geração, segundo Ângela Alonso (2002) estavam divididos entre “liberais republicanos”, “novos liberais”, “positivistas abolicionistas” e “federalistas científicos”, e não era a doutrina ou a origem de classe que os unia, mas sim a experiência comum de “marginalização em relação à dominação saquarema”, os conservadores. Esta geração desenvolvia uma literatura enviesada pela política, seus textos de um lado incorporavam teorias estrangeiras de reforma social e, de outro lado, reinterpretavam as leituras nacionais (ALONSO apud NEMI, 2005, p. 124). Nas últimas palavras do conto, Machado de Assis (1881) nos aponta o caráter político do diálogo narrado, quando nos apresenta que “guardadas as proporções […] vale o Príncipe de Machiavelli”.

No capítulo As Razões pelas quais os homens, especialmente os príncipes são louvados ou vituperados da obra O Príncipe, Nicolau Maquiavel (2009) nos apresenta a forma como um príncipe deve proceder para com os amigos e súditos. Maquiavel (2009) aponta que não ignora que muitos já tenham escrito sobre este tema, porém anuncia que suas orientações são úteis para quem sabe entende-las, julgando ser mais conveniente “abordar a verdade efetiva das coisas e não imagina-las. Muitos reconheceram Repúblicas e Monarquias jamais vistas, e de cuja existência real nunca se soube”, haveria muita diferença entre como se vive e como se deveria viver, sendo que quem despreza o que se faz pelo que se deveria fazer acaba por arruinar-se (MAQUIAVEL, 2009, p. 82) e talvez esteja aqui um dos objetivos do diálogo entre o pai e o seu filho Janjão. O pai pretende fornecer ao seu filho orientações que atendam ao seu desejo, o de vê-lo “grande e ilustre, ou pelo menos notável”, colocando-o acima da obscuridade comum. Janjão poderia entrar no parlamento, nas letras ou nas artes, haveria infinitas carreiras possíveis, no entanto, segundo o pai, a vida é uma “enorme loteria” e para se ter alguma vantagem nesta loteria seria prudente, assim como “guardar um pão para a velhice”, desenvolver e conservar qualidades sociais que sustentassem um ofício, garantindo-lhe uma posição notável “para a hipótese de que outros falhem”, este ofício é o Medalhão. Janjão, ou aquele que estivesse empenhado em exercer este “nobre” ofício, teria como princípio o cuidado com as ideias, o ideal seria não as ter, caso as tivesse, seria conveniente “abafa-las aparelhando fortemente o espírito”. Sugerimos que a vida tomada como loteria possa ser vinculada à Fortuna e as qualidades, necessárias para as vantagens nesta loteria, seria a Virtù de Maquiavel (2009). No entanto, como o conto trata de criticar ideias autônomas, valorizando ideias alheias, que consideramos como sendo as liberais europeias, portanto inaplicáveis à conjuntura brasileira, julgamos que o propósito de Maquiavel, que segundo Aldo Fornazieri (2007) era apresentar a forma de um bom governo para um Estado, para uma república, no entanto o Brasil ainda não compreendia ambos, os interesses nacionais estavam no âmbito do particular, de modo que este possível bom governo, também estaria neste universo restrito. Maquiavel (2009) prevê ser impossível a um homem – ao príncipe -, reunir todas as qualidades julgadas boas, assim, é necessário ser cauteloso para não envergonhar-se, pois tal vergonha poderia ocasionar a perda do Estado e caso fosse necessário lançar mão de alguma qualidade julgada como negativa, para que fosse garantido o poder, que o fizesse, pois “se se refletir bem, será fácil perceber que certas qualidades que parecem virtudes levam à ruína, e outras que parecem vícios trazem como resultado o aumento da segurança e do bem-estar” (MAQUIAVEL, 2009, p. 83). Sendo assim, seria neste jogo entre virtudes e vícios que Janjão desenvolveria o seu ofício de Medalhão.

Um Medalhão deve exercitar a leitura de compêndios de retórica, ouvir discursos, jogar dominó ou cartas. Nunca deve andar sozinho, pois a solidão é a “oficina das ideais”, caso lhe falte companhia deve-se mesclar-se aos ociosos, e um bom local para este objetivo seria as livrarias, não pelos livros que lá estão, mas sim pela possibilidade de lá encontrar pessoas com as quais se possa espalhar um boato, contar uma anedota ou uma calúnia, segundo o pai, setenta e cinco por centro dos frequentadores de uma livraria compartilham do mesmo regime e este, exercido em um período de até dois anos é capaz de reduzir o intelecto, portanto fortalecendo o princípio do Medalhão. Deve-se utilizar “fórmulas consagradas pelos anos”, valendo-se de jargões e de figuras expressivas como a “hidra de Lerna, a cabeça de Medusa, as asas de Ícaro”, deve-se ainda utilizar “sentenças latinas, ditos históricos, versos célebres, brocardos jurídicos”, pensando o pensado, jamais deve-se aplicar o pensamento, este deve apenas ser denominado. Quanto à ciência, ela merece atenção, mas deve ser decorada, igualmente não deve ser aplicada, pois assim sempre se manterão novas.  A publicidade deve ser buscada constantemente, “uma notícia traz outra, cinco, dez, vinte”, pondo o Medalhão “ante os olhos do mundo”, seja o oferecimento de um jantar, um leve acidente ou ainda um discurso na sessão inaugural da “União dos Cabelereiros”. A política pode ser visitada pelo Medalhão, no entanto, se de um lado não se deve infringir as regras e obrigações capitais, de outro, pode-se ser de qualquer partido, “liberal ou conservador, republicano ou ultramontano, com a cláusula única de não ligar nenhuma ideia especial a esses vocábulos”. Caso o Medalhão entre no parlamento, é seu dever ocupar a tribuna, tendo como tema dos discursos, preferencialmente, a metafísica política, esta é “mais fácil e atraente”, apaixona os partidos e o público, “não obriga a pensar e descobrir”, pois “nesse ramo dos acontecimentos humanos tudo está achado, formulado, rotulado, encaixotado”, não há a necessidade de nenhuma imaginação, nenhuma filosofia que desencadeie um novo pensamento, é proibido ao Medalhão “chegar a outras conclusões que não sejam as já achadas”.

3. Considerações finais

A superficialidade do intelecto do Medalhão encontra ressonância na pesquisa de Schwarz (2008) na questão do “fingimento”, de se ser o que não era, contribuindo para acentuar a caricaturização daquela elite, assim como o comportamento tinha nuances fictícios, também os tinham as residências,

O fingimento atingia o absurdo: pintavam-se motivos arquitetônicos greco-romanos […] com perfeição de perspectiva e sombreamento, sugerindo uma ambientação neoclássica jamais realizável com as técnicas e materiais disponíveis no local. Em outros, pintavam-se as janelas nas paredes, com vistas sobre ambientes do Rio de Janeiro, ou da Europa, sugerindo um exterior longínquo, certamente diverso do real (SCHWARZ, 2008, p. 23).

 

Assim como o Medalhão deveria, abstratamente, recorrer às máximas do tempo, aqui também concretamente, se recorria ao que era tido como notável e aceito, o que nos faz sugerir que aquela sociedade – aquela geração – que ambicionava o poder, orbitava o universo das aparências, de modo que uma república seria tão aparente quanto sua forma de viver.

Schwarz (2008) nos indica que esta forma de pensar e viver, é fruto de uma incansável colocação e recolocação impróprias de ideias europeias em nossos objetivos nacionais e seriam estas ações as matérias e problemas para a literatura. As ideias liberais eram impraticáveis, sendo “ao mesmo tempo indescartáveis”, não deveríamos “insistir na sua clara falsidade, mais interessante é acompanhar-lhes o movimento, de que ela, a falsidade é parte verdadeira” (SCHWARZ, 2008, p. 26-29).

Uma vez que não pudemos descartar as ideias liberais e por este motivo as aplicamos de maneira falsa, queremos sugerir um ponto a ser iluminado. Se as ideias para a constituição de uma sociedade nos foi “importada” temos como consequência, dentre outras, a ausência de uma burguesia nacional, uma vez que como consta da história a nossa nos foi “cedida”, sofremos também a ausência de uma classe social madura e organizada visando um único objetivo, sugerimos que como resultado temos uma classe média descompassada, da qual não pode apoiar-se nem na burguesia nem na classe social, uma vez que esta é fraca devido ao resultado das ausências, criou-se uma classe média rala, sem presença política e tal situação abre precedente para um Estado dominador. A baixa atuação das classes dificulta a criação de uma ideologia, um caráter nacional, por isso o Estado, representado pela elite, consegue impor ideias que lhe sejam de interesse privado e não público.

Aqui queremos aplicar a esta elite as características do Medalhão e, por conseguinte suas implicações. Sugerimos que o esvaziamento prolongado de ideias próprias enfraquece a criatividade. Esta elite com pretensões burguesas liberais, não teria se desenvolvido intelectualmente no que diz respeito às inovações, “pensamos o pensado”, no limite queremos sugerir que ausência da inovação intelectual pelos protagonistas do poder e, em tese, pelos proprietários dos meios de produção, teria contribuído para o atraso do desenvolvimento nacional e consequentemente nos colocando como dependentes de normas teóricas o que enfraquece o nosso pensamento sobre nós mesmos e ainda, dependentes tecnologicamente o que nos torna consumidores do mundo quando poderíamos ser fornecedores. Esta situação de dependência está presente até os dias de hoje, principalmente na questão tecnológica, o que enfraquece o nosso posicionamento econômico no cenário global. Não consideramos o Medalhão como um ator social que vive hoje entre nós, mas somos seus herdeiros.

 

Referências

ALONSO, Ângela. Ideais em movimento: a Geração de 1870 na crise do Brasil Império. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. 392 p. Resenha de: NEMI, Ana Lúcia Lana. ALONSO, Ângela. Idéias em movimento – A Geração de 1870 na crise do Brasil-Império. Revista Eletrônica Almanack Braziliense, n. 2, p. 123-127, nov. 2005. Disponível em: <http://www.almanack.usp.br/PDFS/2/02_resenha_1.pdf&gt;. Acesso em: 04 abr. 2013.

ASSIS, Machado. Teoria do Medalhão. Gazeta de Notícias, Rio de Janeiro, 1881. 07 p. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000232.pdf&gt;. Acesso em: 04 abr. 2013.

CANDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade. 11ª Ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2010. 199 p.

FORNAZIERI, Aldo. Maquiavel e o bom governo. 2007. 288 f. Tese (Doutorado em Ciência Política) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo. 2007. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8131/tde-25052007-140157/publico/TESE_ALDO_FORNAZIERI.pdf&gt;. Acesso em: abr. 2013.

MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. 8ª Ed. São Paulo: Martin Claret, 2009. 216 p.

MICHAELIS online. Dicionário. Portal UOL. Disponível em: < http://michaelis.uol.com.br/&gt;. Acesso em: 18 abr. 2013.

PAIM, Antonio; BARRETO, Vicente. Evolução do pensamento político brasileiro. Belo Horizonte; Itatiaia; São Paulo: Editora da USP, 1989. p. 419-460.

SCHWARZ, Roberto. Ao vencedor as batatas. 5ª Ed. São Paulo: Editora 34, 2008. 240 p.

 


[1] Discente do curso de Graduação em Sociologia e Política da FESPSP. E-mail:  bibini.adriana@gmail.com.

[2] Discente do curso de Graduação em Sociologia e Política da FESPSP. E-mail:  alefelixalmeida@gmail.com.

 

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Alessandra Felix de Almeida
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